quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

YouPix Tank: as marcas e a mídia social


Motivada pela carência de informações e pelo dinamismo dessas novas plataformas, a SixpixContent decidiu ouvir influenciadores da web (pessoas no Twitter e no Facebook com alta leitura e blogueiros com mais de 1,5 milhão de acessos/mês) para saber o que eles acham da atuação das marcas nas mídias sociais. O resultado foi o YouPix Tank, primeira edição de um estudo anual que pretende ajudar o mercado a entender melhor como as marcas podem potencializar o poder das mídias sociais.

Para 64,4% dos influenciadores ouvidos, o relacionamento é o grande objetivo das marcas nas mídias sociais. “Só 0,5% acha que é a venda, o que não impede que as marcas vendam com sucesso. Mas são casos específicos, condições especiais, como o Ponto Frio, por exemplo. Quando os anunciantes fazem uma ação, eles querem vender mais, mas há uma troca que antes não era possível. É uma via de mão dupla, há interatividade e participação por meio do conteúdo”, analisa Bob Wollheim, sócio fundador da SixpixContent. O Facebook é considerado a melhor plataforma para as marcas se relacionarem com o seu público (segundo 41,7% dos influenciadores), seguido pelo Twitter (36,1%) e pelos blogs e vídeos (cerca de 10% cada um).

A publicação de posts e tuítes patrocinados por empresas é bem aceita pelos influenciadores: 80% deles fazem tuítes pagos declarados. No entanto, mesmo se sentido incomodados ao verificar que um tuíte era pago mas não estava declarado (41,5%), quase um terço dos influenciadores (30,6%) não declara sempre que o tuíte é pago. Já para 69,9%, os tuítes pagos declarados não incomodam seus seguidores. No entanto, 53,3% não dão RTs em tuítes pagos.

“30% ser pago e não mencionar é muito. É um mundo novo, não tem o que pode e o que não pode, e o que é bacana ou não. Há várias contradições. O tuíte pago não incomoda, mas não dá o RT. Eles têm um olhar um pouco diferente dos leitores deles quando eles são os leitores”, analisa Wollheim.

Em relação aos blogs, 81,6% dos entrevistados afirmaram que fariam posts pagos. Mas um em cada quatro não declararia que ele é pago. Na opinião de 29,2% dos influenciadores, seus leitores se incomodam quando leem um post pago em um blog, mesmo que se declare que ele é um anúncio. A maioria da amostra (68%) se incomoda ao perceber que um post pago não está identificado e (67,1%) ao ver um mesmo post pago em vários blogs.

“O tuíte e post pago usam o mesmo conceito do artigo publieditorial. Isso é feito desde 2007. A coisa evolui muito por parte de agências, clientes e, principalmente, blogueiros. Não há problema algum. A pessoa é o próprio veículo. É recomendado que seja sempre divulgado”, conta Black.



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

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Consumidor do futuro pode não ir mais à loja

Consumidor do futuro pode não ir mais à loja

“A compra pode mudar. Talvez as pessoas não precisem mais ir à loja porque elas terão uma experiência de compra melhor em casa”. A afirmação é de Bryan Eisenberg, celebrado articulista de jornais de negócios nos Estados Unidos e autor de livros como “Call to Action”, “Waiting For Your Cat to Bark?” e “Always Be Testing”. Agora, a explicação: segundo Eisenberg, as pessoas estão tendo cada vez menos tempo para sair às compras, as experiências nas lojas não são diferentes e há dispositivos que em breve permitirão até provar roupa em casa, virtualmente.
 
De acordo com Eisenberg, a tendência de mudança não é nova, mas o varejo continua quase o mesmo desde que foi inventado. “Pensar que o mundo online não é uma tendência é se comportar igual aos vendedoresde cavalo do século XIX”, pondera durante sua apresentação na NRF 2012. “Temos que olhar para o Google Wallet. Muitas pessoas já consideram e estão usando o pagamento mobile”, acredita.
 
Em breve, o telefone inteligente será integrado à TV e terá papel ainda maior na vida das pessoas. Toda mídia está sendo digitalizada. “Os anúncios em revistas já mostram vídeos quando escaneamos o QR code”, conta. “Mais de 50% das decisões de compra têm sido influenciadas por smartphones”. Como exemplo, Eisenberg cita o caso da Tesco, que criou uma loja virtual dentro do metro Korea. 
 
“As pessoas estão cada vez mais ocupadas e o que estamos fazendo para facilitar a vida delas?”, questiona. “Se não oferecerem uma experiência diferente, as pessoas comprarão online. Já é possível fazer isso, com uma câmera e o Kinect a pessoa experimenta a roupa em casa”, conta. O caminho para mudar esta realidade é se comportar igual a empresas como Apple, Amazon, Google, Zappos e Best Buy. Elas se diferenciam dos demais concorrentes, são íntimas do consumidor, autênticas, ágeis e testam novos modeles de negócio com a ajuda das pessoas. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Um "like" gigante de chocolate

Para agradecer ao primeiro milhão de fãs no Facebook, a marca de chocolates Cadbury fez um “joinha” gigante de chocolate.
A construção durou 48 horas e foram necessárias 3 toneladas de chocolate.
Como você deve imaginar, as reclamações de desperdício de comida foram os primeiros comentários sobre a iniciativa. Porém, a Cadbury disse que doou os chocolates para uma empresa especializada em pesquisa de combustíveis renováveis.
Como foi feito:

Fonte: Brainstorm9

Viral, Bud Light



The Best Test Drive Ever